A Teoria: Nasceu daquela clássica e exaustiva projeção que todo clínico escuta em festas: "você está me analisando agora?". Atribuída a Freud, a máxima "Às vezes, um charuto é só um charuto" é o atestado de que o seu expediente acabou. Um lembrete irônico (e extremamente necessário) de que nem toda ação cotidiana esconde um recalque profundo, uma neurose ou um símbolo fálico. Esta peça é o álibi perfeito para vestir fora do consultório e deixar claro para os amigos que o seu modo analista está, no momento, desligado.
O Design:
Estampa: O nosso tradicional Pocket Print (estampa no peito esquerdo), garantindo discrição e um ar premium à peça.
Tipografia e Traço: Letra cursiva elegante, acompanhada por uma ilustração minimalista em linha fina de um charuto aceso, remetendo aos manuscritos clássicos da psicanálise.
Estética: Cores que trazem um ar de sobriedade orgânica, sendo uma excelente alternativa para momentos de lazer com muita sofisticação intelectual.