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Padrões de manchas de sangue: por que o sangue não é apenas vestígio, mas linguagem na cena do crime
Padrões de manchas de sangue: por que o sangue não é apenas vestígio, mas linguagem na cena do crime
Entre todos os vestígios encontrados em um local de crime, poucos carregam uma força interpretativa tão grande quanto as manchas de sangue. Não apenas pelo impacto visual que costumam causar no imaginário comum, mas porque, para a leitura técnico-per
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Id, Ego e Superego: por que a segunda tópica de Freud continua tão viva
Id, Ego e Superego: por que a segunda tópica de Freud continua tão viva
Poucas formulações da psicanálise atravessaram o tempo com tanta força simbólica quanto a tríade Id, Ego e Superego. Mesmo fora do campo clínico, esses três termos passaram a circular como uma espécie de gramática mínima da subjetividade: o impulso,
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Todo contato deixa um rastro: por que o princípio de Locard permanece no coração da criminalística
Todo contato deixa um rastro: por que o princípio de Locard permanece no coração da criminalística
Há ideias que se tornam clássicas não apenas porque foram repetidas muitas vezes, mas porque conseguiram condensar, em uma formulação simples, uma forma inteira de compreender a realidade. O princípio de Locard pertence a esse grupo. “Todo contato de
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Objeto bom, objeto mau e cisão: por que Melanie Klein continua tão atual
Objeto bom, objeto mau e cisão: por que Melanie Klein continua tão atual
Há autoras da psicanálise que podem ser admiradas à distância, quase como grandes nomes da história das ideias. E há autoras que, mesmo décadas depois, continuam oferecendo instrumentos vivos para pensar aquilo que há de mais intenso, mais contraditó
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Quando os insetos ajudam a contar o tempo da morte
Quando os insetos ajudam a contar o tempo da morte
Quando se pensa em uma cena de crime, quase todo mundo pensa primeiro no que é visível: manchas, lesões, posição do corpo, sinais de luta, vestígios materiais. Mas quem conhece a área sabe que existem evidências que não gritam. Elas exigem repertório
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